Fethullah Gülen é um erudito turco, pregador, pensador, autor, líder de opinião, ativista educacional e defensor da paz. É considerado o iniciador e inspirador do movimento global da sociedade civil, o Movimento Hizmet (significa serviço, em turco), o qual é engajado em educação, diálogo, paz, justiça e harmonia sociais. Gülen publicou mais de oitenta livros em turco, muitos deles foram traduzidos para mais de trinta idiomas. Ele foi apontado pela revista Foreign Policy, em 2008, como um dos 100 intelectuais mais conhecidos e influentes no mundo. 

Gülen é conhecido por sua postura filosófica e ativa pelos direitos humanos, democracia, diálogo inter-religioso e intercultural, ciência, espiritualidade; ele é contra a violência, a segregação e a transformação da religião numa ideologia política. Não apenas seu discurso estimula valores como aceitação empática, serviço altruístico à comunidade e à humanidade em geral, os papéis complementares da mente e  do coração, a sinceridade e o amor pela criação, como sua vida os exemplifica. “Servir à humanidade para servir a Deus” e “viver para que os outros vivam” são os princípios centrais de seu entendimento sobre servir. Sua promoção da empatia, compaixão e coexistência harmoniosa pode ser melhor refletida na comparação com Mevlana J. Rumi, o sufista da Anatólia e poeta espiritual do século XIII e uma das fontes de inspiração de Gülen. 

Gülen começou sua carreira como pregador e ativista educacional. Com o tempo, ele conseguiu mobilizar centenas de milhares de pessoas com a finalidade de servir à sociedade. Apesar de milhões o seguirem, ele se considera apenas um dos voluntários deste movimento da sociedade civil que ele ajudou a iniciar e discorda de qualquer definição de líder. Gülen nunca se casou. Passou a maior parte de sua vida na Turquia, seu país. Atualmente ele reside na Pensilvânia, nos EUA, em um local de retiro. 

Fethullah Gülen nasceu em uma família simples de Erzurum, Turquia, em 1941 e foi criado em um ambiente espiritualmente enriquecedor. Ele completou sua educação em instituições modernas e tradicionais. Estudou Ciências Islâmicas e obteve certificação de professor. Ele frequentou os círculos de formação de professores sufistas, onde aprendeu os princípios da espiritualidade islâmica e humanismo.

Ele também teve contato com os escritos de Said Nursi, um renomado estudioso do Islam que ensinou que os muçulmanos deveriam aceitar os benefícios da modernidade e encontrar inspirações nos textos sagrados ao engajar-se com ela.

Os pais de Gülen desempenharam um papel importante em sua educação inicial. Seu pai, um religioso, gostava de ler livros clássicos, recitar poesias e meditar sobre os primeiros períodos do Islam. Foi ele quem incutiu o amor pelo Profeta e seus companheiros no jovem Gülen. Sua mãe, uma instrutora voluntária de Alcorão, ensinou-lhe a recitação do livro sagrado e deu o exemplo de uma vida espiritual e perseverante. 
Com doze anos, Gülen se tornou um hafiz, aquele que conhece todo o Alcorão de cor, e com catorze anos, começou a pregar nas mesquitas locais.

Quando passou no exame administrado pela Diretoria de Assuntos Religiosos do Estado Turco, em 1959, Gülen foi nomeado imã e pregador em uma mesquita histórica em Edirne, na parte europeia da Turquia. Em sua juventude, ele era socialmente ativo e pessoalmente ascético. Vivia de forma humilde em um pequeno quarto da mesquita; lá ele teve a oportunidade de aprofundar seu conhecimento na tradição islâmica, informalmente estudou ciências sociais e naturais e examinou os clássicos da literatura e filosofia ocidental e oriental. Foi sua familiaridade com uma ampla gama de literatura que o equipou para suas abrangentes interpretações.

Gülen se tornou, em pouco tempo, um pregador conhecido na cidade. Ele desenvolveu boas relações com as autoridades locais, líderes e membros da sociedade através de seus esforços de aproximação e diálogo. Durante este período, ele presenciou a erosão dos valores morais e espirituais, especialmente entre a geração mais jovem, e esforçou-se para encontrar uma solução para o problema. Por esse motivo, ele organizou uma série de palestras ao público. Em reconhecimento ao seu sucesso no serviço público, Gülen foi promovido aos cargos de pregador central e diretor de um colégio interno em Izmir, uma grande cidade da costa do Mar Egeu, na Turquia. 

 
 
Cidade de Edirne, Turquia
onde começou sua função pública como pregador
 

O trabalho em Izmir foi um divisor de águas na carreira de Gülen, uma vez que a cidade seria o berço do movimento que se cristalizou em torno de seu discurso e ativismo. Ele manteve seu estilo de vida ascético. Ele dormia apenas algumas horas por dia devido às suas leituras diárias, pregações, aulas, palestras, seminários e encontros com membros da comunidade. Ele atraiu a atenção de cidadãos cultos, inclusive da comunidade acadêmica e de estudantes universitários, assim como de pessoas comuns.

O trabalho em Izmir foi um divisor de águas na carreira de Gülen, uma vez que a cidade seria o berço do movimento que se cristalizou em torno de seu discurso e ativismo. Ele manteve seu estilo de vida ascético. Ele dormia apenas algumas horas por dia devido às suas leituras diárias, pregações, aulas, palestras, seminários e encontros com membros da comunidade. Ele atraiu a atenção de cidadãos cultos, inclusive da comunidade acadêmica e de estudantes universitários, assim como de pessoas comuns.

Gülen viajou para diversas cidades e vilas em toda a Turquia para dar sermões em mesquitas e fazer discursos ao público em vários lugares, incluindo teatros e cafés. Seus sermões e discursos eram gravados em fita cassete, distribuídos pelos  voluntários por todo o país e ouvidos com entusiasmo pelas pessoas. Aos trinta anos, Gülen era um dos poucos pregadores reconhecidos nacionalmente. 

Gülen viajou para diversas cidades e vilas em toda a Turquia para dar sermões em mesquitas e fazer discursos ao público em vários lugares, incluindo teatros e cafés. Seus sermões e discursos eram gravados em fita cassete, distribuídos pelos  voluntários por todo o país e ouvidos com entusiasmo pelas pessoas. Aos trinta anos, Gülen era um dos poucos pregadores reconhecidos nacionalmente. 

O discurso de Gülen era diferenciado pela profundidade do conhecimento, sensibilidade e eloquência. Os temas variavam de práticas religiosas à justiça social, de educação de crianças ao naturalismo. Seus sermões eram bem estruturados e a apresentação sistemática de alguns tópicos se estendiam por vários meses, o que era um tanto incomum na época. Ele também ampliou as funções da mesquita lançando uma seção de Perguntas e Respostas na qual ele respondia às perguntas das pessoas e curiosidades, inclusive àquelas relacionadas com os desafios dos tempos modernos. 

Como Gülen afirma, ele simplesmente pensou em cultivar o crédito público dado a ele canalizando boas intenções e energia devocional na direção de um resultado positivo. Ele encorajou as pessoas a abrirem alojamentos e albergues para estudantes para a promoção de uma melhor educação para os jovens. Ele também estimulou as pessoas a abrirem escolas, cursos preparatórios para universidades para auxiliar jovens – especialmente aqueles das famílias de média e baixa rendas – em sua preparação para o ensino superior. Pessoas que compartilhavam as ideias de Gülen começaram a oferecer bolsas de estudo para estudantes carentes, com as quais milhares de estudantes vem se beneficiando

todos os anos.

Em seus esforços, Gülen procurou estimular, especialmente a geração jovem, a harmonizar o esclarecimento intelectual com uma espiritualidade virtuosa e a servir à humanidade de forma altruística. Durante os anos de turbulência política na Turquia, ele testemunhou muitos jovens turcos atraídos a ideologias extremistas via polarização violenta do socialismo e do nacionalismo. Ele se esforçou para inspirar os jovens turcos e a conduzi-los a uma forma apolítica de serviço à sociedade, com base em um estilo de vida pacífico. 

Desde a década de 80, empresários e educadores inspirados em Gülen estabeleceram mais de 500 escolas de grande sucesso na Turquia. Na década de 90, escolas semelhantes foram abertas, principalmente, nos países da Ásia Central e África, algumas na Europa e no continente americano. Durante este período, participantes do movimento também fundaram universidades, hospitais, organizações de assistência, centros de estudo, associações de empresariais, órgãos de mídia, editoras, etc. Hoje há mais de 1500 escolas em 170 países inspiradas no Movimento Hizmet.

Gülen discursando em uma cafeteria
Gülen com Rabino Chefe Sefaradi de Israel, Eliyahu Bakshi Doron, em 1999
Gülen com Patriarca da Igreja Greco-ortodoxa, Bartolomeu I, em 1996
Gülen com Cardeal Francis Arinze, Cardeal-bispo de Velletri-Segni, 1998

Fethullah Gülen proferiu seus últimos sermões em 1991 nas maiores mesquitas do país. No entanto, continuou ativo na vida na comunidade, ensinando a pequenos grupos de estudantes universitários e participando de projetos do Hizmet. Ele viajou para os EUA em 1992, onde visitou o 8º Presidente da Turquia, Turgut Özal, durante seu tratamento médico em Houston. Ele também se reuniu com acadêmicos turco-americanos e líderes comunitários, assim como com os líderes de outras comunidades religiosas americanas.

 

Durante os anos 90, Gülen foi pioneiro no rejuvenescimento do espírito de diálogo inter-religioso na tradição turco-muçulmana, esquecida em meio aos turbulentos anos do início do século XX. A Fundação de Jornalistas e Escritores, da qual Gülen é presidente honorário, organizou uma série de encontros de líderes de minorias religiosas da Turquia. Em janeiro de 1998, o Papa João Paulo II enviou uma mensagem de felicitação pelo Ramadã, demonstrando sua estima pela iniciativa do diálogo inter-religioso. No mês seguinte, Gülen visitou o Papa no Vaticano com o propósito de aprimorar o diálogo. Gülen ofereceu ajuda para organizar vários eventos inter-religiosos em Harran e em Jerusalém para contribuir com a paz na região. Seu nome tornou-se símbolo do diálogo inter-religioso e do entendimento na Turquia.

 

Durante esse período, cada vez mais Gülen se apresentava disposto aos comentários e entrevistas na mídia. Encontrava-se, com frequência, com autoridades do Estado, autores, jornalistas, artistas, homens de negócio e líderes de mídia. Seu objetivo era ajudar a cultivar um entendimento mútuo de coexistência pacífica entre os diversos membros da sociedade dividida em muitas facções ideológicas tendenciosas. Em diversas ocasiões, Gülen reiterou suas ideias e opiniões sobre direitos humanos, modernidade, secularismo, democracia, sociedade aberta, tolerância e respeito às diferenças. Sempre enfatizou que este modo de servir à sociedade era apolítico, porém não anti-político. Em suas próprias palavras, seu princípio era o de continuar distante de qualquer partido político e de apoiar quem quer que servisse à sociedade sem discriminação.

 

Não obstante, alguns grupos religiosos marginais da Turquia opuseram-se às iniciativas de diálogo inter-religioso e até mesmo o acusaram de ser “herético” e, pior ainda, de ser “um cardeal escondido”. Respondendo amigavelmente, Gülen frequentemente declarou que o diálogo inter-religioso não era algo novo, algo que ele havia inventado, mas sim uma tradição turca e muçulmana negligenciada, uma obrigação religiosa para estabelecimento de uma paz sustentável. Por outro lado, alguns ultra-secularistas, ultranacionalistas e círculos comunistas que se mantiveram a favor de uma sociedade fechada e dividida em que se beneficiavam, iniciaram uma campanha de difamação na mídia contra Gülen, acusando-o de ter o objetivo político de longo prazo para transformar a Turquia em um estado teocrático, uma ideologia que Gülen sempre desmentiu. No final, em 2000, eles persuadiram um promotor a apresentar acusações contra ele. Essas acusações foram julgadas infundadas e foram descartadas em 2008.
 

Fethullah Gülen com Papa João Paulo II no Vaticano em 1998
Gülen com Rabino Chefe da Comunidade Judaica da Turquia, David Aseo, em 1996
 

Em 1999, Fethullah Gülen viajou para os EUA para receber tratamento médico por problemas cardiovasculares. Ele foi submetido a uma operação no coração em 2004, após a qual seus médicos o orientaram a evitar estresse. Por esse motivo, ele escolheu viver longe da atmosfera politicamente carregada da Turquia e obteve residência permanente do governo dos EUA em 2006. Ele foi um os primeiros eruditos muçulmanos a condenar publicamente os ataques de 11 de Setembro. Sua mensagem de condenação foi publicada no jornal The Washington Post, em 21 de setembro de 2001. Gülen atualmente vive com um grupo de estudantes e médicos em um retiro na Pensilvânia, onde ele dedica seu tempo à leitura, escrita, ensino, orações em pequenos grupos ou individualmente, recepção de alguns visitantes, de acordo com o que sua saúde permitir. 
 

Ele recebe visitas de acadêmicos, formadores de opinião, líderes comunitários e religiosos dos EUA e de todo o mundo, assim como de membros da comunidade turca. Ele mantém seu estilo de vida ascético e espiritual e passa a maior parte do tempo em seu humilde quarto. Preocupa-se com a felicidade e com alívio do sofrimento humano em todo o mundo. Ele também incentiva as pessoas a participarem da organização de campanhas de ajuda àqueles afetados por desastres naturais pelo mundo. Lugares como a Indonésia, Mianmar e Haiti. Na maioria dos dias, ele dedica cerca de meia hora a conversas e a responder perguntas e, às vezes, é consultado sobre os projetos do Hizmet. Suas conversas são gravadas e disponibilizadas ao público através do website www.herkul.org. Durante seus anos na Pensilvânia, ele foi entrevistado diversas vezes por jornalistas locais e internacionais.

Centro de Retiro na Pensilvânia, onde Fethullah Gülen ocupa um quarto
 

OBRAS DE GULEN

As obras de Gülen podem ser classificadas em dois gêneros principais: discursos gravados e livros. O primeiro corresponde às coleções publicadas em fitas de áudio e material visual de seus sermões e conversas ao longo de décadas. Desde no final dadécada de 90, os discursos de Gülen são transmitidos pela internet, às vezes ao vivo, no site herkul.org. Todos os discursos de Gülen transmitidos pela internet estão disponíveis nesse site e na página do Youtube. 

Seus livros consistem de compilações de seus principais artigos publicados em periódicos e transcrições editadas de seus discursos. Ele também publicou um livro de poesia que encantou letristas e músicos. Gülen publicou mais de 80 livros em turco, muitos dos quais foram best-sellers na Turquia,  alcançando milhões de cópias vendidas. Alguns de seus livros foram traduzidos para mais de 30 idiomas, inclusive para o português.

Livros de Gülen publicados em português:  

• Pérolas da Sabedoria, New Jersey: Tughra Books, 2011

• Perguntas e Respostas Sobre a Fé Islâmica, New Jersey: The Light, 2000

• Os Fundamentos da Fé Islâmica, New Jersey: Tughra Books, 2009

• Muhammad: O Mensageiro de Allah – Uma Análise da Vida do Profeta , New Jersey: Tughra Books

• Ensaios, Perspectivas, Opiniões: Fethullah Gülen, New Jersey: Tughra Books

• Esculpindo Nossas Almas, São Paulo: Book Express/CCBT, 2016

• Um Diálogo de Civilizações, B. Jill Carroll, São Paulo: Book Express/CCBT, 2016
 

Alguns livros de Gülen e sobre Gülen que estão sendo traduzidos para publicação em português:  

• Rumo a uma Civilização Global de Amor e Tolerância, São Paulo: Book Express/CCBT, 2016

• Movimento Gülen - Hizmet, Dr. Helen Rose Ebaugh, São Paulo: Book Express/CCBT, 2016 

LITERATURA SOBRE MOVIMENTO HIZMET

Movimento Gülen/Hizmet, Dr. Helen Rose Ebaugh, São Paulo: Book Express/CCBT, 2016: Baseado em dados de entrevistas e visitas às instituições do Movimento. O livro descreve o Movimento de uma perspectiva sociológica, especialmente através da lente da teoria de movimentos sociais. É o primeiro livro, com base numa metodologia empírica, a descrever o Movimento para o público ocidental.

Islam and Peacebuilding: Gülen Movement Initiatives, por John L. Esposito e Ihsan Yilmaz, (Islam e a Construção da Paz: Iniciativas do Movimento Gülen - ainda não foi traduzido para o português): A exploração das contribuições é feita, no que diz respeito ao título do livro, pela filosofia e prática do movimento global associado ao erudito muçulmano turco Fethullah Gülen. A importância e distinção dos ensinamentos de Gülen e a prática do Movimento está enraizada em uma herança turco-islâmica confiante, ao mesmo tempo em que se engaja plenamente com a modernidade.

Tradition Witnessing the Modern Age: An Analysis of the Gülen Movement, por Mehmet Enes Ergene, (A Tradição Testemunhando a Idade Moderna: Uma Análise do Movimento Gülen - ainda não foi traduzido para o português): O autor aponta os diferentes aspectos do Movimento Gülen com foco na adaptação do movimento ao mundo moderno e sua influência na “Turquia secularista”.

The Gülen Movement: Civic Service Without Borders, por Muhammed Çetin, (O Movimento Gülen: Serviço Cívico sem Fronteiras - ainda não foi traduzido para o português): O livro conceitua o Movimento Gülen utilizando-se das teorias de movimentos sociais, no qual o autor define as iniciativas de Gülen como um serviço cívico dedicado à promoção do diálogo na comunidade global.

Um Diálogo de Civilizações, B. Jill Carroll, São Paulo: Book Express/CCBT, 2016: Dra. Carroll coloca as ideias de Gülen no contexto das ciências humanas e compara a opinião dele com a de grandes filósofos, como Immanuel Kant, John Stuart Mill, Confúcio, Platão e Sartre.

 
 

CV RESUMIDO DE FETHULLAH GÜLEN

 

Pregador, desde 2001

Centro de Retiro e Culto Geração de Ouro, Pennsylvania, EUA.

 

Pregador Convidado, 1989 - 1991

Fez sermões em várias mesquitas em Istambul e Esmirna a convite do Diretório de Assuntos Religiosos

 

Pregador, 1965 - 1981

Serviu como pregador local e regional licenciado pelo Estado em Kirklareli (1965), Esmirna (1966), Edremit (1972), Manisa (1974) e Çanakkale (1980). Renunciou suas funções em 20 de março de 1981

 

Diretor e Instrutor de árabe, 1966 - 1971 

Serviu como diretor e instrutor de árabe na Escola Kestanepazari Residentail Kur’an em Esmirna

 

Instrutor e Professor do Alcorão, 1959 - 1965 Serviu como instrutor e professor do Alcorão, licenciado pelo Estado, na cidade de Edirne

Diplomas honorários 

 

Doutorado Honorário, Universidade Metropolitana de Leeds, 15 de julho de 2010, Reino Unido

Recebeu um doutorado honorário por sua contribuição para a educação, promoção da paz e diálogo intercultural

 

Doutorado Honorário, Universidade de Punjabi, 17 de maio de 2012, Paquistão

Recebeu um doutorado honorário por sua contribuição para o diálogo intercultural, inspiração da nova geração para ações positivas e promoção da educação

Papéis e posições organizacionais

 

Fundador e Presidente Honorário da Fundação de Jornalistas e Escritores, Istambul, desde 1994

Como uma organização sem fins lucrativos com base em Istambul, a JWF visa a contribuir para a sociedade ao promover a paz, tolerância e diálogo para inspirar a cultura de se viver em conjunto. Através de seus centros de boa reputação e bem estabelecidos, como a Plataforma de Abant, a Plataforma de Diálogo Intercultural, Plataforma de Diálogo da Eurásia, Plataforma Medialog, e a Plataforma das Mulheres, a JWF trata de uma vasta gama de assuntos desde direitos humanos até educação, de terrorismo à pacificação, do empoderamento feminino ao desenvolvimento econômico. A JWF detém um status de consultivo geral no Conselho Econômico e Social (ECOSOC) das Nações Unidas desde 2012.

Presidente Honorário do Rumi Forum, Washington, DC, desde 1999

A Rumi Forum foi fundada em 1999 com a missão de fomentar o diálogo intercultural, estimular o pensamento e a troca de opiniões para apoiar e fomentar a democracia e a paz e prover uma plataforma comum para a troca de educação e informação.

 

Presidente Honorário da Fundação Niagara, Chicago, IL, desde 2004

A Fundação Niagara luta para promover a coesão social ao nutrir conversas cívicas e sustentar relações entre pessoas de diferentes culturas e crenças.

Prêmios

 

Prêmio de Paz Gandhi King Ikeda, 9 de abril de 2015, EUA

Recebeu o Prêmio de Paz Gandhi King Ikeda pela Capela Internacional Martin Luther King Jr. na Faculdade Morehouse por seu comprometimento com o humanitarismo.

 

Prêmio de Paz da Fundação Manhae, Coréia do Sul, 3 de março de 2013

O Grande Prêmio da Sociedade para a Promoção e Prática dos Pensamentos de Manhae da Fundação Manhae na Coréia do Sul por sua contribuição para a paz mundial.

 

Prêmio de Construção da Paz, EUA, 11 de maio de 2011

O Instituto Oriente-Ocidente de Nova Iorque (The East West Institute of New York) concedeu ao Sr. Gülen seu Prêmio de Construção de Paz de 2011 por sua contribuição para a paz mundial.

 

Prêmio de Paz, Quirguistão, 1 de novembro de 2004

Recebeu o Prêmio de Paz da Fundação Quirguistão de Espiritualidade

 

Prêmio da Comissão Romena da UNESCO, Romênia, 2005

Recebeu um prêmio da Comissão Romena da UNESCO por suas contribuições para a tolerância e diálogo.

Prêmio por Serviço Excepcional, Turquia, 27 de abril de 2001

Recebeu o Prêmio por Serviço Excepcional da Associação Turca de Escritores

Prêmio Cultural, Turquia, 14 de agosto de 2001

Recebeu o Prêmio Cultural de Corações Turcos por contribuições para o mundo turco.

Prêmio da Fundação Turca 2000, Turquia, 19 de março de 1998

Recebeu por suas contribuições para o mundo turco

Prêmio Especial de Educação da Fundação Turca 2000, Turquia, 19 de março de 1998

Recebeu o Prêmio Especial de Educação do Sindicato dos Trabalhadores Turcos de Educação por suas contribuições para o campo da educação.

 

Prêmio de Paz e Tolerância, Turquia, 18 de abril de 1996

Recebeu o Prêmio de Paz e Tolerância da Fundação Turca de Indústria e Negócios.

 

Prêmio de Pessoa do Ano, 1996

Recebeu o Prêmio de Pessoa do Ano na Aceitação Empática da Fundação Turca de Industrialistas e Empresários

 

Prêmio de Serviço ao Mundo Turco, 26 de maio de 1995

Reconhecimentos

 

500 Muçulmanos mais influentes, 2009, 2011, 2013, 2014 e 2015

Em 2015, o Centro de Pesquisas Estratégicas Real da Jordânia listou Fethullah Gülen entre os muçulmanos mais influentes em 2009, 2011, 2013, 2014 e 2015.

 

Revista Time, top 100 intelectuais, 18 de abril de 2013

Nomeado entre as 100 pessoas mais influentes no mundo pela revista Time.

 

Foreign Policy, top 100 intelectuais, 04 de agosto de 2008

Na pesquisa das revistas Foreign Policy e Prospect foi primeiro colocado no ranking de intelectuais públicos do último século.

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